segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Por que as crianças mordem?

 Por que as crianças mordem? 

Começamos sobre os primeiros anos de vida da criança, salientando que o seu primeiro contato com o mundo é com o seio da mãe, na sua amamentação.
 Essa fase, chamamos de “fase oral”, que dura até os dois anos de idade, mas, dependendo da criança, pode se alongar um pouco mais. A criança explora o mundo exterior, sentindo prazer através da boca.
 Morder- é a manifestação do que se deseja, é a exploração do objeto antes de incorporá-lo. Incluímos nessa fase, entre outras manifestações, os empurrões e os puxões de cabelo.
 A mordida acontece tanto em casa, quanto na escola, isso porque, a criança ainda não tem a linguagem desenvolvida e quer logo resolver o conflito.
A mordida é uma forma de lidar com as suas frustrações, porque ela ainda não sabe expressar verbalmente seus sentimentos, como raiva, ciúme, disputa.

Podemos dizer que esse comportamento é considerado normal, até mais ou menos três anos de idade.
A partir daí já podemos colocar os limites, estabelecendo onde termina o seu corpo e começa o do outro.
Dizer para as crianças que a mordida dói no outro, e identificar o porquê desse comportamento, além de orientar a criança que recebeu a mordida não revidar e também não excluir o “mordedor”, já que esse comportamento dificultará ainda mais a sua socialização.
Aos poucos, à medida que a linguagem for sendo desenvolvida, e as construções sociais adquiridas, as mordidas vão sendo substituídas pelo diálogo.
Enquanto ainda não sabem falar com desenvoltura, as crianças utilizam outros meios para se expressar e para se comunicar.

Então por que as crianças mordem?


Há muitas razões pelas quais as crianças podem morder, confira alguns deles listados abaixo:
·         Não possuem as habilidades linguísticas:
Não possuem habilidade linguísticas necessárias para expressar necessidades importantes ou fortes sentimentos como raiva, frustração, alegria entre outros. Morder é um substituto para as mensagens que ele ainda não pode expressar.
·         Estão oprimidos por:
Sons ou níveis de luz inadequados são descritos neste tópico.
·         Estão experimentando:
Simplesmente para ver o que vai acontecer.
·         Fase oral:
Explicada pela psicanálise por Sigmund Freud, a mordida é um dos mais primitivos estágios do desenvolvimento infantil, quando a criança acredita que o mundo funciona e existe por sua causa. Dessa forma tudo que deseja precisa ser prontamente atendido, quando isso não ocorre: morde!
·         Outros fatores:
Excesso de cansaço, início da dentição, necessidade de estimulação oral, obter de forma rápida algum objeto, entre outros.

O QUE FAZER PARA EVITAR A MORDIDA?

Ao perceber que a criança está prestes a morder:
·         Distraia a criança com um brinquedo ou outro objeto, peça que olhe para  janela ou chame-a para dar passeio pelo local ou fora dele. O objetivo é reduzir a tensão e desviar a atenção da criança.
·         Sugira a criança que poderá lidar com a situação de outra forma, sem a necessidade de morder. Você poderá dizer, por exemplo, que se ela quer um brinquedo de outra criança poderá pedi-lo!
·         Se estiver relacionada a fase de dentição, ofereça mordedores apropriados ou alimentos que possa morder.
·         Sempre propor formas de se comunicar, o objetivo é transformar a atitude corporal em linguagem. Essa atitude precisa ser ensinada desde cedo, para que não cresçam e mantenham essas atitudes para conseguir o que querem.

SE A MORDIDA OCORRER O QUE FAZER?
·         Primeiramente mantenha a calma e controle seus sentimentos, há vários motivos para criança morder como já descrito;
·         Mostrar a importância do respeito e do tratar bem o amigo que ficou triste por ter sido mordido;
·         Utilize um tom firme para dizer “Não” e que “Morder dói”;
·         Mudar o foco da atenção para acolher a criança que foi mordida, isso também demonstrará para criança que mordeu que essa atitude não resulta em mais atenção;
·         Explique o que a criança poderá fazer da próxima vez ao invés de morder;
·         Entenda que aprender um novo comportamento pode levar tempo, ou seja, a criança poderá apresentar a atitude de morder novamente, você deverá continuar acompanhando de perto e estimulando a linguagem;
·         Se perceber que a mordida foi ocasionada por sentimentos como raiva, oriente a criança a expressar esse sentimento de outras formas como “pular”, “imitar um leão”, ou outras coisas que são aceitáveis;
·         Algumas crianças apresentam maior sensibilidade ao som, luzes e excesso de estímulos, o que poderá resultar em mordida, neste caso reduza as luzes, diminua o volume da televisão ou rádio, oriente os profissionais envolvidos no cuidado com a criança sobre o excesso de estímulo sensorial;
·         Dê a criança um “urso” para abraçar quando perceber que está apresentado estresse ou agitação a ponto de morder, isso poderá sentir-se reconfortada;
·         Atenção especial precisa ser dada, quando as crianças apresentam mordidas frequentes, podem representar insatisfação, ansiedade, sentimento de rejeição, entre outros. Se apresentar esse comportamento na escola, é importante acompanhar com os professores e buscar ajuda de um psicólogo;
·         A criança quer foi mordida poderá apresentar hematoma na região, utilize uma compressa fria no local, tomando cuidador para não resfriar demais a pele e causar lesão. Também podem ser utilizadas compressas frias de chá de camomila, que diminuem a vermelhidão e acalmam a pele.

Fonte: http://www.crechesegura.com.br/palavra-do-especialista-por-que-as-criancas-mordem/

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Curso: Professor Mediador e a Neurolinguística na Sala de Aula



Curso: Professor Mediador e a Neurolinguística na Sala de Aula. 

Data: 06/05, (sábado) das 9h às 13h.


Apenas: $ 90,00 (noventa reais)

Introdução:
A presença das tecnologias e das telecomunicações trouxe nova dinâmica à maneira de se comunicar, se informar e, sobretudo, aprender. Com o conhecimento descentralizado e fluido a partir de diversas linguagens e meios de comunicação, espera-se mais do papel do professor – que deixa de ser um transmissor de conhecimentos para se posicionar como um mediador de diversas linguagens e oportunidades educativas.
A neurolinguística é a disciplina que estuda os mecanismos do cérebro humano que possibilitam a compreensão, a produção e o conhecimento da linguagem, tanto falada como escrita.


Garanta já a sua vaga! 
Curso com certificado eletrônico expedido pelo Instituto Paulista de Educação e Saúde - IPES
Local:
A CASA TOMBADA - Rua Ministro Godói, 109 (perto da estação Barra Funda do Metrô, ao lado da entrada lateral do parque da Água Branca) Perdizes - São Paulo - SP.

PASSOS PARA RESERVAR A SUA VAGA!

1) Acesse o link abaixo e Preencha o formulário;
2) Efetue um depósito bancário de pelo menos $ 45,00 (quarenta e cinco reais) e no dia do curso, acerte o restante do valor da inscrição com a nossa equipe na mesa de inscrições.
3) IMPORTANTE: Após o depósito bancário, envie uma foto do comprovante de depósito e seu nome completo pelo WhatsApp 96070-9219, para confirmar sua inscrição, ou pelo e-mail marcelorhema@gmail.com




Garanta já a sua vaga, acesse o formulário de inscrição no link abaixo: 

quarta-feira, 1 de março de 2017

A importância dos primeiros socorros

A grande maioria dos acidentes poderia ser evitada, porém, quando eles ocorrem, alguns conhecimentos simples podem diminuir o sofrimento, evitar complicações futuras e até mesmo salvar vidas.

O fundamental é saber que, em situações de emergência, deve se manter a calma e ter em mente que a prestação de primeiros socorros não exclui a importância de um médico. Além disso, certifique-se de que há condições seguras o bastante para a prestação do socorro sem riscos para você. Não se esqueça que um atendimento de emergência mal feito pode comprometer ainda mais a saúde da vítima.
O artigo 135 do Código Penal Brasileiro é bem claro: deixar de prestar socorro à vítima de acidentes ou pessoas em perigo eminente, podendo fazê-lo, é crime.

Conceitos preliminares

Deixar de prestar socorro significa não dar nenhuma assistência à vítima. A pessoa que chama por socorro especializado, por exemplo, já está prestando e providenciando socorro.
Qualquer pessoa que deixe de prestar ou providenciar socorro à vítima, podendo fazê-lo, estará cometendo o crime de omissão de socorro, mesmo que não seja a causadora do evento.
A omissão de socorro e a falta de atendimento de primeiros socorros eficiente são os principais motivos de mortes e danos irreversíveis nas vítimas de acidentes de trânsito.
Os momentos após um acidente, principalmente as duas primeiras horas são os mais importantes para se garantir a recuperação ou a sobrevivência das pessoas feridas.
Todos os seres humanos são possuidores de um forte espírito de solidariedade e é este sentimento que nos impulsiona para tentar ajudar as pessoas em dificuldades. Nestes trágicos momentos, após os acidentes, muitas vezes entre a vida e a morte, as vítimas são totalmente dependentes do auxílio de terceiros.
Acontece que somente o espírito de solidariedade não basta. Para que possamos prestar um socorro de emergência correto e eficiente, precisamos dominar as técnicas de primeiros socorros.
Algumas pessoas pensam que na hora de emergência não terão coragem ou habilidade suficiente, mas isso não deve ser motivo para deixar de aprender as técnicas, porque nunca sabemos quando teremos que utilizá-las.
Socorrista: É como chamamos o profissional em atendimento de emergência. Portanto, uma pessoa que possui apenas o curso básico de Primeiros Socorros não deve ser chamado de Socorrista e sim de atendente de emergência.
Devemos, sempre que possível, preferir o atendimento destes socorristas e paramédicos, que contam com a formação e equipamentos especiais.
Atendimento Especializado: Na maioria das cidades e rodovias importantes é possível acionar o atendimento especializado, que chega ao local do acidente de trânsito em poucos minutos.

O que são primeiros socorros?

Como o próprio nome sugere, são os procedimentos de emergência que devem ser aplicados à uma pessoa em perigo de vida, visando manter os sinais vitais e evitando o agravamento, até que ela receba assistência definitiva.

Quando devemos prestar socorro?

Sempre que a vítima não esteja em condições de cuidar de si própria.

Quais são as primeiras atitudes?

Geralmente os acidentes são formados de vários fatores e é comum quem os presencia, ou quem chega ao acidente logo que este aconteceu, deparar com cenas de sofrimento, nervosismo, pânico, pessoas inconscientes e outras situações que exigem providências imediatas.
Quando não estivermos sozinhos, devemos pedir e aceitar a colaboração de outras pessoas, sempre se deixando liderar pela pessoa que apresentar maior conhecimento e experiência.
Se essa pessoa de maior experiência e conhecimento for você, solicite a ajuda das demais pessoas, com calma e firmeza, demonstrando a cada uma o que deve ser feito, de forma rápida e precisa.
Apesar da gravidade da situação devemos agir com calma, evitando o pânico.
  • Transmita confiança, tranqüilidade, alívio e segurança aos acidentados que estiverem conscientes, informando que o auxílio já está a caminho.
  • Aja rapidamente, porém dentro dos seus limites.
  • Use os conhecimentos básicos de primeiros socorros.
  • Às vezes, é preciso saber improvisar.
Fonte: http://www.bombeirosemergencia.com.br

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Workshop sobre Neurociência e o Desenvolvimento Motor e Cognitivo de bebês de 0 a 3 anos.


A fusão dos conhecimentos da neurociência contemporânea com o estudo do desenvolvimento biológico humano, aumentou substancialmente nosso entendimento de como são fundamentais os 6 primeiros anos da vida da criança. Está começando a ser desvendada, a relação entre como o cérebro humano se desenvolve, os circuitos neuronais e os mecanismos biológicos que afetam a aprendizagem, a linguagem, o comportamento e a saúde do indivíduo ao longo de sua existência. Neste Workshop abordaremos os três primeiros anos da vida de um bebê e os acontecimentos mais relevantes para a sua constituição nessa importante fase da vida.

Público Alvo: Pais, gestantes, diretores, coordenadores pedagógicos, professores, berçaristas, cuidadores de bebês e interessados em geral.

Preletor: Prof. Marcelo Clemente - Mestre em Educação e Saúde na Infância e Adolescência pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Pedagogo, Psicopedagogo, Mediador Licenciado para aplicação do Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI nível I e II), pelo Feuerstein Insitute.
Data: 17/12 - das 8h às 12h. 

Investimento: $ 160,00 (Com certificado eletrônico expedido pelo Instituto Paulista de Educação e Saúde - IPES)


Local: Instituto Paulista de Educação e Saúde - Auditório Stanford - Avenida Jabaquara, 3060 - 10 minutos da estação São Judas do metrô.

VAGAS LIMITADAS - Acesse o link abaixo e garanta sua vaga!

https://form.jotformz.com/marcelorhema/desenvolvimentodebebes

Informações pelo WhatsApp: (11) 96070-9219  ou www.marceloclemente.com.br

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Marcelo Clemente
Soluções Educacionais
(11) 96070-9219
www.marceloclemente.com.br
contato@marceloclemente.com.br

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Pediatras alertam: andadores prejudicam o desenvolvimento do bebê

No mês de janeiro de 2013, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que reúne dezesseis mil profissionais de todo o país, lançou uma campanha desaconselhando o uso de andadores. O argumento é que podem causar acidentes e, ainda, atrasar o desenvolvimento motor dos bebês.
Muitos pais acreditam que seus filhos adquirem mais independência a bordo do aparelho. No entanto, segundo especialistas, os pequenos ainda não têm maturidade física e emocional para administrar tanta liberdade.
Pesquisas indicam que cerca de 60% a 90% das crianças entre seis e quinze meses de idade utilizam o acessório sofrendo riscos como queimaduras, causadas por tomadas e panelas, intoxicações, afogamentos e quedas.
Segundo dados da Academia Americana de Pediatria, anualmente são apontados dez atendimentos de emergência para cada mil crianças com menos de um ano de idade, provocados por acidentes com andador. Um terço dos casos envolve lesões graves, como fraturas ou traumas.

Existe também outra questão: nessa fase da vida, o peso da cabeça do bebê é desproporcional se comparado ao resto do corpo, fazendo-o pender para frente, uma postura potencializada pelo andador.
Motivos é que não faltam para pais, mães e cuidadores repensarem a utilização do acessório: ele pode, também, comprometer o estímulo de alguns músculos, atrasando ações naturais nessa idade, como ficar em pé e caminhar sem apoio. Por conta da maior mobilidade, a criança também gasta menos energia.

Em entrevista concedida ao repórter Jairo Marques, da Folha de SPaulo, em 21 de janeiro de 2013, o pediatra Danilo Blank, do Departamento Científico da Sociedade Brasileira de Pediatria SBP, explica o objetivo da campanha: “O intuito é acabar com a recomendação do uso do andador.Acabar com a fabricação, só o Canadá conseguiu. O médico é uma autoridade de saúde dentro da família e pode conscientizar sobre esse utensílio que não tem vantagem nenhuma e leva risco para dentro de casa”.

A Pesquisadora Ingrid Emanuelson da Suécia divulgou que o andador ou andajá é um dos produtos mais perigosos para crianças e que pode causar até mesmo traumatismo craniano moderado. Todo ano no Canadá são realizados mais de vinte atendimentos para cada mil em hospitais com crianças vítimas de acidentes de andador, além disso, lesões gravíssimas e quedas até mesmo de escadas correspondendo a 80% dos casos.

A lei entrou em vigor em 2007, o andador era recomendado para crianças de até 15 meses. Pediatras brasileiros disseram em entrevista a uma revista famosa que o andador ou andajá traz sérios riscos a crianças, atrasando seu desenvolvimento.
O produto tão querido pelas mamães brasileiras por facilitar a vida e acharem que satisfaz o bebê, pode trazer riscos irreversíveis, veja abaixo algumas fotos.


Problema irreversível

Danos causados pelo andador

Adulto que utilizou andador quando criança

Em quanto essa lei não chega aqui no Brasil, tenha bom senso mamãe e papai, não compre andador ou andajá para suas crianças.


Fontes: 
http://desenvolvimento-infantil.blog.br/pediatras-alertam-andadores-prejudicam-o-desenvolvimento-do-bebe/
http://mixplug.com/perigo-do-andador-ou-andaja/

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Workshop do Programa Primeiríssima Infância

Dias 30/11 e 01/12/2016 aconteceu o Workshop do Programa Primeiríssima Infância ministrado por Anna Maria Chiesa, Professora da Universidade de São Paulo - USP e consultora do Programa Primeiríssima Infância da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal.
O Workshop contou com a participação de docentes e gestores de várias unidades do Senac e representantes da United Way.



Parte dos conteúdos abordados: 
Pré natal, 

Puerpério, 
Amamentação, 
Parto humanizado, 
Puericultura, 
Espaços lúdicos, 
Formação de educadores de creches, 
Pevenção de acidentes e muito mais...
Excelente workshop!







terça-feira, 8 de novembro de 2016

Curso de Neurociência e Aprendizagem na Prática Pedagógica - Contribuições da Neurociência para formação de Professores.




Curso de Neurociência e Aprendizagem na Prática Pedagógica -
Contribuições da Neurociência para formação de Professores.

INFORMAÇÕES GERAIS

Data: 19/11/2016 (sábado)

Horário:  das 9h às 16h


Preletor: Prof. Me. Marcelo Clemente ( Mestre em Educação, Pedagogo, Psicopedagogo, Especialista em Desenvolvimento Humano e Cognitivo)


Investimento: $ 160,00
(inclui: participação no curso, apostila e certificado eletrônicos)


Local: Instituto Paulista de Educação e Saúde 
Auditório Stanford - Avenida Jabaquara, nº 3.060 - 10 minutos da estação São Judas do Metrô


Informações e programa completo:







(11) 96070-9219






ESTACIONAMENTO GRATUITO


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